30 janeiro 2015

Cama nova!

Meu menininho cresceu. Não é só questão de ter deixado todos os acessórios que um bebê usa: fralda, chupeta, mamadeira etc. Mas a maneira de conversar com a gente, as tiradas, os argumentos, as vontades. É lindo ver este crescimento.

E, hoje, mais uma vez, tivemos uma grande mudança que simboliza tudo isso. Trocamos sua cama, que era ainda o berço transformado em minicama, por uma cama de verdade, de solteiro, uma bicama. Com um colhão bem grande para ele dormir bastante à vontade.

É claro que quando eu vejo foto dele bebê, me dá uma saudade enorme. Foi uma fase linda! Mas como eu costumo dizer por aí, e digo do fundo do meu coração, cada fase é melhor do que a outra. E eu estou curtindo demais todas elas.


04 janeiro 2015

Família!

Minha mãe mora em outra cidade, meu irmão tecnicamente também. Já contei aqui que quando estava grávida resisti um pouco a me mudar para o mesmo bairro que a família do Igor. Morava sozinha desde os 17 anos e tinha medo de perder minha privacidade. Uma besteira. Vai fazer três anos que estamos morando aqui e isso nunca aconteceu.

Em vez disso, eu retornei a um mundo que eu já conhecia e amava demais! O de viver a vida com familiares por perto! Eu amo saber que estamos todos numa ilha, morando num raio de pouquíssimos quilômetros de distância dos pais do Igor, do irmão do Igor, dos primos dele, das tias. E não é só porque contamos com a ajuda deles. Mas principalmente porque convivemos! Porque almoçamos juntos com frequência, comemos pizza, temos primos estudando na mesma escola, conhecemos as mesmas pessoas, malhamos na mesma academia. E, ainda assim, como gente grande, mantemos nossa privacidade!

Principalmente para mim, que sinto falta de ter minha mãe por perto, é muita alegria ter a chance de viver tudo isso. Eu, que também tive a chance de conviver muito próxima aos meus avós paternos, sei o quanto foi bom e especial e o quanto é importante possibilitar isso para o Luquinha. É uma sorte grande, e eu espero que o Luquinha valorize muito isso, como eu valorizei quando criança e voltei a valorizar quando adulta.

Todos os anos eu, minha mãe e meu irmão escrevemos nossas metas num papel juntos. Neste ano, não fiz isso. Falamos sobre isso, mas eu só tinha uma meta: reviver minhas amizades. Com a correria do dia a dia, a vida de mãe, as mudanças no trabalho, eles acabaram ficando em último plano. Não é justo, e nem é o que eu quero, é claro! E eu já estou começando a trabalhar para que esta mudança aconteça. O que quero dizer é que, se, por um lado, meus amigos ficaram de lado em 2014, por outro, nossa família se fortaleceu ainda mais. E eu sou agradecida demais por isso!