28 março 2014

Lições para uma vida inteira

Filho, hoje tivemos a absurda notícia que 65% dos brasileiros acham que mulheres que usam roupas que mostram o corpo devem ser atacadas. E isso não basta. É preciso saber se comportar também, porque 58% dos brasileiros também acham que o comportamento das mulheres é o que leva aos estupros.

O que eu espero? Que quando você estiver lendo este texto, daqui a mais ou menos 15 anos, o que eu estou te contando seja tão absurdo que talvez você nem acredite (mas pode acreditar, por mais surreal que possa parecer, foi verdade, é uma pesquisa feita pelo IPEA e foi divulgada hoje). Porque eu também acho que é absurdo hoje, mas, veja bem, 65% dos brasileiros é um número muito alto. 

Eu também espero que você tenha entendido tudo o que eu e sei pai quisemos ensinar para você durante todos estes anos, que as pessoas precisam ser respeitadas, não importa o sexo, a idade, a cor, quanto elas ganham no mês, se são conhecidas ou não,  se são pessoas que você ama ou não. Todo mundo merece respeito. 

E espero, do fundo do coração, que você viva numa sociedade menos hipócrita e ignorante como a que vivemos hoje, nos seus dois anos de vida.

Com amor, 
sua mãe.

27 março 2014

Qual é a melhor maneira de #EDUCAR?


Hoje li este texto aqui, justamente num momento onde temos passado por muitas situações desafiadoras em casa. O texto fala sobre comportamentos desafiadores e como nós, pais, lidamos com eles. A autora, que é especialista no assunto e trabalha com crianças, fala sobre uma ferramenta chamada C.A.R.E, que significa causa, ação, reação e expectativas. Ela sugere que a cada mau comportamento, nós façamos esta avaliação para que, em vez de tomarmos uma atitude sem pensar — e que, fatalmente, não levará a nenhum progresso —, possamos estabelecer um pensamento crítico sobre ele, encontrando uma solução que trará bons resultados, a curtos, médios e, principalmente, longos prazos.

Lucas tem 2 anos e três meses completos. Não posso reclamar, ele não dá tanto trabalho assim, a ponto de ficarmos buscando na internet textos sobre como lidar com isso. rs Mas o texto surgiu na minha frente (através do Pinterest), e eu achei que ele caiu como uma luva, apenas um dia após termos presenciado uma crise "sem explicação".

Sem explicação está entre aspas porque a Amanda Morgan, autora do texto, explica que nunca é sem explicação, por mais que não consigamos identificar a causa. Às vezes, é algo que está escondido, às vezes é algo muito claro e simples. No caso da crise de ontem do Luquinha, estávamos no processo de arrumar para ir à escola e o levei ao banheiro para fazer xixi. Ele não só não quis, como começou a se jogar no chão e, então, não queria mais nada: se vestir, tomar o remédio, ficar em pé... O que fiz — depois de ter aumentado o tom de voz e me estressado bastante — foi sair do quarto e voltar três minutos depois. E o que aconteceu? Era outra criança, sorridente e feliz, como se nada tivesse acontecido.

Eu tenho um pouco de desconfiança destes métodos que sugerem que devemos abraçar as crianças e dizer que as amamos no meio de uma crise. Posso estar enganada, mas eles não me parecem muito eficazes. E, assim, se no meio de um ataque de raiva a pessoa com quem eu estiver discutindo vier me abraçar e dizer que me ama, além de começar a chorar, eu vou ficar com mais raiva ainda, certamente.

Mas achei interessante o que este texto de hoje propôs e acredito que possa ter um resultado muito positivo. Faz com que a gente entenda como o processo funciona. E todo exercício, quando feito várias vezes, é aperfeiçoado com o tempo. Além disso, no menor dos efeitos, fazer esta análise te dá tempo para deixar o calor do momento passar, para que você possa pensar com mais clareza.

Tenho outra dica a esse respeito, mas não tenho tempo de contar hoje. rs Em breve divido aqui!

03 março 2014

Carnaval 2014

Eu nem sei dizer se gosto ou não gosto de Carnaval mais. Assim como para o Luquinha a perspectiva do Carnaval mudou da água para o vinho do ano passado para cá, a minha vem mudando ano a ano. Dia a dia. Ontem eu não curtia, hoje me diverti. E vice-versa.

Ano passado contei aqui no blog que o Luquinha odiou os dias de folia! Muito barulho, muitas pessoas, muito assustador! Foi complicado. Tentei levá-lo ao bailinho do shopping, ao bloquinho na rua, mas ele realmente não curtiu nem um pouco.

Na sexta passada teve festa de Carnaval na escola. Hoje o levamos a um bloquinho de rua. Ele se divertiu tantoooooo nas duas vezes (sem contar na festa de aniversário do amiguinho Matteo, que foi beeem carnavalesca!!!). Nem dá para acreditar que é a mesma criança do ano passado.

Estão sendo ótimos momentos! Hoje vamos nos fantasiar de Minions!! kkk Até que estamos animados...

Na festinha da escola., de Super Homem! Lindo demais e um pouco tímido com a fantasia. Era só o começo...

Na festinha de aniversário de dois anos do Matteo! Tema da Peppa Pig Carnavalesca!

Meus super-heróis!!! Papai Igor e Buzz Lightyear!


Essas fantasias/pijama são o que há de melhor!!! Confortáveis demais! E lindas, né! O único problema é que esse bando de pano dá calor. Mas, sem dúvida, é mais confortável que aqueles panos de fantasia (como da fantasia de palhaço e bambam dele do ano passado, que eram lindas, por sinal. rs

Com o amiguinho Matteo, filho da minha amiga Ane! Que eles tenham uma amizade como a nossa!!!

Ele ama encontrar a prima Bia! É sempre muita diversão!!!