13 fevereiro 2014

O meu é meu, o seu é meu, o dele é meu, o mundo é meu!!!!!!!!

Essa semana fomos numa pizzaria com meu irmão, que brincou com o Luquinha que ele não saía do celular enquanto estávamos na mesa. E é verdade, estava hipnotizado pela Peppa. Eu não me incomodo com isso porque ele é super eclético. Não depende do celular para se comportar num restaurante, mas sem dúvidas é 1000% mais calmo quando está nele. De qualquer forma, o que penso é que, contanto que não seja uma relação de dependência, não há mal nisso. A tecnologia é uma realidade e tem muitas coisas a agregar, mesmo quando estamos apenas falando de entretenimento.

Agora, me incomoda, sim, quando ele quer ficar o dia inteiro no celular. Não deixo. O mesmo com TV. Eu amo TV, não posso negar. Mas, mesmo quando criança, sempre tivemos uma relação saudável. Sem dúvidas, eu amava muito mais brincar na rua com meus amigos do que ficar em casa vendo TV. Ver TV era para os momentos que "sobravam".

Sabe quando o nosso filho bate um pratão e ficamos felizes demais, satisfeitas deles estarem alimentados?! Então, eu sinto uma coisa parecida quando vejo o Luquinha brincando. É tão legal vê-lo imaginando, criando situações, fingindo que a vaquinha está voando, ou que o boneco teve um surto de loucura e saiu derrubando tudo o que viu pela frente... Vê-lo suadinho de tanto correr, com os pés imundos de terra...

Eu também gosto de ver como ele se dá bem com a tecnologia. Mas não é nem 10% do que eu sinto quando vejo que ele está feliz porque está brincando. Vejo que ele se comunica melhor, mesmo que seja com objetos inanimados. rs

Ainda sobre brincar...

Uma das coisas que a professora nova falou na reunião de pais é que crianças dessa idade não sabem dividir. Tudo é delas. E realmente, "é meu" é a frase que eu mais tenho escutado nas últimas semanas. Ainda estou aprendendo como lidar com isso, principalmente quando encontramos com crianças da mesma idade dele e que estão na mesma fase. Eu li em alguns lugares que é bom deixar as crianças se entenderem sozinhas. Mas é quase involuntário. Sempre que podemos incentivamos que ele empreste as coisas, que saiba dividir.

Eu acho bacana que Luquinha empreste tudo o que é dele, pois da mesma forma que ele ama brincar com os brinquedos dos outros, muito mais do que com os dele, as outras crianças pensam da mesma forma. Ao mesmo tempo, não acho justo brigar com ele porque não quis emprestar, ou ir embora do parquinho por causa de uma coisa tão comum nesta fase. Bem... como disse, estou aprendendo. Como em todas as outras coisas, o sexto sentido junto à prática dos nossos conceitos nos levam às melhores decisões. ;)

Se vocês tiverem dicas de como agir nestes momentos, sou toda ouvidos!! :)





6 comentários:

  1. Já que vc. disse que é "toda ouvidos" vamos lá. Eu eduquei minhas filhas ensinando que dividir era o correto, o bom, PORÉM.... e aí vale sempre o porém, dependia de "com quem" essa brincadeira estava acontecendo. Se era com uma criança egoísta (normalíssimo da idade dele) e que os pais NÃO ensinavam a dividir, eu sinceramente, não as fazia dividir, se fosse o contrário SEMPRE ou as afastava da brincadeira, já que não sabiam brincar ou dividiam. Então resumindo 2 opções para o caso de crianças que dividiam os brinquedos, bem democrática.... ou divide ou para de brincar, a escolha era delas. Eles são pequenos, mas entendem direitinho quando estão errando dependendo da atitude dos pais irão dividir ou não.
    É o que penso dessa fase. É muito chatinha mesmo a gente fica de juiz o tempo todo. Pior SEMPRE são os pais que ficam irados por causa dos filhos, como se fosse eles que estivessem brigando, isso me estressava muito. Crianças sempre acabam se entendendo, adultos nem sempre.
    bjo.

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    1. Pois é, dinda, esse lance de ficar de juiz o tempo todo que é chato, né! Mas tem que ser, fazer o que. ;) Acho que estou indo por essa linha mesmo, sempre explico que se é divertido dividir e tal. E algumas vezes já fiz isso, de "não vai dividir, então vamos parar de brincar". Até funcionou, sabia. rs =) Beijos!!

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  2. Eu confesso que era bem avessa à tecnologia...mas, não consegui deixar o Dan alheio a isso...hj, o que faço é controlar o tempo que ele gasta nos aplicativos do ipad, que por sinal, tem jogos de memória e quebra-cabeças ótimos! Acho que o equilibrio é sempre a chave do negocio! Quanto ao egoísmo...kkkkkkk...é isso aí! Dan ainda tem muuuita dificuldade de dividir o que é dele, mas acha que pode pegar o que é dos outros...o importante é falando com eles e explicando. Um dia eles entendem! Oremos!! Hahahahahaha

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    1. Oremos muito!!! rsrs Eu também acho que o equilíbrio é a chave do negócio. Em tudo na vida! Apesar de ser fase, é o que você e minha dinda disseram: o importante é ir falando e explicando. Eles absorvem tudo, um dia vai fazer parte deles esse entendimento. ;) Beijos!!

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  3. Dizem que é fase. Esse ano Benjamin mudou para o maternal e toda sexta-feira é dia de levar um brinquedo. Acho que isso deve ajudar, pois todos levam seus brinquedos de casa e cada um deve querer ver o do outro, então deve rolar uma troca. E assim eles vão aprendendo a dividir.

    Agora eu tenho dificuldade num outro aspecto. Por exemplo, agora que moramos em condôminio, vira e mexe vamos à piscina. Sempre falo pro Benjamin levar um brinquedo e ele acaba optando pela bóia, a bola, essas coisinhas. Aí daqui a pouco chegam crianças pouco maiores que ele e pegam sem nem pedir licença, ele fica incomodado e desesperado dizendo que é dele. Isso me incomoda demais, pois uma coisa é vc estar na sua casa e chegar uma criança, acho que tem que compartilhar. Outra coisa é vc tá num lugar público e chegarem pegando suas coisas sem pedir licença. Marido disse que eu não devo mais ir à piscina ou não levar mais os brinquedos. Mas uma vez foram umas crianças maiores que ficavam pulando na bóia da criança de 2 anos! Tipo duas crianças pulando. Eu não sei lidar com a situação, falo pra brincarem junto, mas nem dão bola para que digo. E se ainda pedissem, mas não, eles chegam pegando. Tipo, Benjamin daquele tamanho, pede tudo, se ele quer pegar algo que não é dele, ele pergunta "posso ver, por favor?!". Enfim...estou aprendendo tb. rs

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    1. Gabi, entendo totalmente o que vc está falando. Já vi isso acontecendo em outras ocasiões, como são crianças mais velhas, é comum que os pais não estejam por perto vendo o que está acontecendo. Eu tenho crianças mais velhas ao meu redor, meus irmãos, meus primos e afilhados, então já tive que intervir algumas vezes, tendo que colocar limites. Agora, quando é com crianças que não conhecemos, fica mais complicado mesmo. Que situação! rs Beijinhos!!

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