19 fevereiro 2014

Volta às aulas


Voltamos às aulas essa semana, na segunda-feira. Com professora nova, amiguinhos novos, horário novo, mesma escola. Desta vez, quem está fazendo a adaptação sou eu (feliz por poder estar passando por este momento com ele). Apesar de estar adorando pode cumprir minha obrigação de mãe desta vez, achei que a adaptação é muito longa. Duas semanas, sendo que ele fica somente duas horas por dia na escolinha durante este período. A professora indicou que, dependendo de como as crianças ficarão nos próximos dias, isso pode mudar. Vamos ver. ;)

Tudo está acontecendo exatamente como eu previa. Quando eu estou no local com ele, fica num grude só. Brinco que existe uma linha imaginária que nos liga. Sò nós dois vemos. rs Mas hoje, para minha felicidade de vê-lo independente de mim (não me interpretem mal, eu adoro o carinho dele comigo, mas acho importante demais ele saber se divertir, brincar, se comunicar, sem eu estar por perto), ficou alguns momentos sozinho na sala de brinquedos e na hora do lanche, e ficou tranquilo.

Fico feliz, de verdade, quando vejo que ele está se soltando. Já sinto que ele está mais feliz e entendo totalmente esta adaptação prolongada. Posso perceber como ele está se soltando mais na escola aos poucos e criando confiança na equipe que ficará responsável por ele e por seus amiguinhos este ano.

Outra parte bacana de estar fazendo parte deste momento é poder conhecer melhor os pais dos amiguinhos da turma. Como trabalho fora, e no ano passado nem levava, nem buscava o pequeno, não conhecia quase ninguém direito. Fui até a umas festinhas, mas ficava sempre "tentando" me enturmar. rs Agora, começando do começo (do ano - porque em 2013, começamos em maio) e fazendo a adaptação todos os dias, acabamos conversando (os pais) e posso conhecê-los melhor.

Estamos felizes - eu, o pai e ele. Tenho certeza que será um ótimo ano!

17 fevereiro 2014

Penico


para ficar registrado 

Hoje, antes de ir para a escola (1o dia de aula no Maternal I - depois eu escrevo sobre isso), Luquinha quis fazer cocô. Pediu, disse que queria fazer, eu disse para irmos ao banheiro, ele não quis. Mas estava com muita vontade, dava para ver o "desespero". Peguei o penico e coloquei no meio da sala, onde estava assistindo TV. Ele ia começar a fazer em pé, coloquei ele sentadinho. E foi então que, pela primeira vez, ele fez cocô no penico! :p 

Se algum amigo meu que não tem filho estiver lendo este post, deve estar achando desnecessário. Mas gente, só vivendo para saber o quanto é importante ver seu filho fazendo cocô, ainda mais no lugar certo. rsrs 

Desde que começamos o desfralde, o xixi vai de vento em popa (com pequenas escapadelas de vez em quando). Mas o cocô... ele segura, fica dias sem fazer porque não quer usar o penico. Por isso a minha felicidade. Fizemos uma festa na hora. O macaco veio comemorar, o ursinho, o cachorrinho, o papai! Todo mundo pulando de felicidade, junto com o Lucas. 

Não sei se na próxima vez ele vai fazer de novo. Mas ficamos felizes em ver luz no fim do túnel. rs 

13 fevereiro 2014

O meu é meu, o seu é meu, o dele é meu, o mundo é meu!!!!!!!!

Essa semana fomos numa pizzaria com meu irmão, que brincou com o Luquinha que ele não saía do celular enquanto estávamos na mesa. E é verdade, estava hipnotizado pela Peppa. Eu não me incomodo com isso porque ele é super eclético. Não depende do celular para se comportar num restaurante, mas sem dúvidas é 1000% mais calmo quando está nele. De qualquer forma, o que penso é que, contanto que não seja uma relação de dependência, não há mal nisso. A tecnologia é uma realidade e tem muitas coisas a agregar, mesmo quando estamos apenas falando de entretenimento.

Agora, me incomoda, sim, quando ele quer ficar o dia inteiro no celular. Não deixo. O mesmo com TV. Eu amo TV, não posso negar. Mas, mesmo quando criança, sempre tivemos uma relação saudável. Sem dúvidas, eu amava muito mais brincar na rua com meus amigos do que ficar em casa vendo TV. Ver TV era para os momentos que "sobravam".

Sabe quando o nosso filho bate um pratão e ficamos felizes demais, satisfeitas deles estarem alimentados?! Então, eu sinto uma coisa parecida quando vejo o Luquinha brincando. É tão legal vê-lo imaginando, criando situações, fingindo que a vaquinha está voando, ou que o boneco teve um surto de loucura e saiu derrubando tudo o que viu pela frente... Vê-lo suadinho de tanto correr, com os pés imundos de terra...

Eu também gosto de ver como ele se dá bem com a tecnologia. Mas não é nem 10% do que eu sinto quando vejo que ele está feliz porque está brincando. Vejo que ele se comunica melhor, mesmo que seja com objetos inanimados. rs

Ainda sobre brincar...

Uma das coisas que a professora nova falou na reunião de pais é que crianças dessa idade não sabem dividir. Tudo é delas. E realmente, "é meu" é a frase que eu mais tenho escutado nas últimas semanas. Ainda estou aprendendo como lidar com isso, principalmente quando encontramos com crianças da mesma idade dele e que estão na mesma fase. Eu li em alguns lugares que é bom deixar as crianças se entenderem sozinhas. Mas é quase involuntário. Sempre que podemos incentivamos que ele empreste as coisas, que saiba dividir.

Eu acho bacana que Luquinha empreste tudo o que é dele, pois da mesma forma que ele ama brincar com os brinquedos dos outros, muito mais do que com os dele, as outras crianças pensam da mesma forma. Ao mesmo tempo, não acho justo brigar com ele porque não quis emprestar, ou ir embora do parquinho por causa de uma coisa tão comum nesta fase. Bem... como disse, estou aprendendo. Como em todas as outras coisas, o sexto sentido junto à prática dos nossos conceitos nos levam às melhores decisões. ;)

Se vocês tiverem dicas de como agir nestes momentos, sou toda ouvidos!! :)





Mudanças...

Só para registrar... Luquinha ontem acordou com febre e tossindo. Depois de cinco meses sem ficar doente nem uma vezinha sequer, descobrimos que seu paladar mudou (bastante). Foi um escândalo para tomar Novalgina, que, até a última vez, tomava sem reclamar. O mesmo para tomar o xarope. Parece que estamos torturando quando chega a hora do remédio.

Graças a Deus - e aos remédios - ele está melhor hoje. Sò teve febre ontem mesmo, então não precisamos repetir a dose de Novalgina. Realmente, é ruim demais. Eu sou fresquinha para tomar remédio... Quando tenho que tomar Novalgina, só tomo comprimido e mesmo assim, coloco a água primeiro na boca para que ele não tenha contato com a minha língua (frescura mór). rs






11 fevereiro 2014

Começo das minhas férias e final das férias dele!


Entrei de férias essa semana! Ufa! Ainda não consegui relaxar totalmente, mas não vejo a hora de curtir uma praia de pernas para o ar. Enquanto minhas férias estão apenas começando, as do Luquinha estão prestes a acabar. Hoje estivemos na escolinha para a primeira reunião do ano. Fiquei feliz em poder participar, feliz também de saber que este ano vou levá-lo todo dia na escolinha, já que mudamos seu horário. Antes, eu não levava nem buscava. Agora, pelo menos, sou eu que levo.

Semana que vem começam as aulas de fato, mas hoje ficamos muito felizes de levar Luquinha à escola. Enquanto estávamos na reunião, ele ficou tranquilo com as tias, brincando. Nem parece que ficou dois meses longe de lá. Chegou falando na tia Cleide, que não será mais a professora responsável. Mas já começamos a falar no nome da nova professora, para que ele vá se acostumando.

Uma das matérias que trabalhamos antes de eu sair de férias foi sobre a adaptação escolar. Conversei com a psicóloga da Escola Americana do Rio de Janeiro, Rossana Manso, e ela deu algumas dicas importantes de como preparar a criança antes do retorno às aulas:

- Conversar bastante com a criança sobre o que está por vir, falar da escola, da professora, dos amiguinhos novos, de como é bacana ela ter essa oportunidade de brincar e conhecer coisas novas com eles;

- Levar a criança para conhecer o espaço, ou para lembrar dele, antes de as aulas começarem, com calma, sem aquela agitação do primeiro dia de retorno;

- Uma semana antes das aulas começarem, colocar a criança numa rotina similar à que ela terá na escola. O Luquinha, por exemplo, precisará se readaptar à rotina, já que tudo ficou meio bagunçado no período de férias;

- Ter segurança. Se você escolheu colocar na escola é porque chegou à conclusão que era a melhor decisão que poderia tomar, então é preciso estar seguro para passar essa segurança para os filhos.

São dicas básicas, mas valiosíssimas! Aqui em casa, como Luquinha começa na semana que vem, já começamos a readaptação. Hoje foi complicado. Estava acostumado a acordar cedo, então não ficou muito feliz quando foi acordado 6h30.

A parte da escola é a que menos me preocupa. Eu adoro a escolinha dele, ele também adora! Eles valorizam muito a interação entre as crianças, a comunicação, sem focar em regras de aprendizado. É claro que, como qualquer escola, ela tem regras, mas é diferente. Uma coisa que eles repetiram muito hoje, por exemplo, na reunião, é que o que eles priorizam é a felicidade da criança. Totalmente no meu estilo de viver e pensar: felicidade acima de tudo. Demorou para falar, mas é feliz? Ótimo! Demorou para escrever, mas é feliz! Ótimo! Demorou para aprender a somar, mas está com o sorriso no rosto? Que bom!!! ;)

Quando eu penso nos meus medos como mãe - essas coisas que todas as mães pensam -, o que mais me assusta é se ele não souber ser feliz. Se prender às coisas ou às pessoas para isso, colocar a felicidade na dependência de algo a mais... Se tem uma coisa que eu faço questão de passar para ele é que a felicidade está dentro de nós. Não é clichê, nem demagogia. É verdade, é assim. E isso eu quero que ele aprenda. Se a escola está disposta a ensinar junto a mesma coisa, fico mais traquila!

Que seja um ótimo ano para estes pimpolhos!!!


Enquanto eu escrevia este post.... Luquinha não resistiu de ter acordado às 6h30 e às 11 capotou... rs O pai acompanhou! :)