08 novembro 2013

Sim, ele ainda é um bebê

  • O Luquinha já se comunica verbalmente;
  • Não só anda, como corre com segurança;
  • Sabe o que quer e o que não quer;
  • Conta fatos que aconteceram no seu dia;
  • Ele já sabe comer sozinho e beber líquidos no copo sem tampa;
  • Reconhece caminhos que fazemos com frequência;
  • Faz associações que nos impressionam cada vez mais;
  • Não chupa mais chupeta;
  • Sabe o nome da mamãe, do papai e dele próprio;
  • E já está quase 100% em contar até 10.
Mas, sim, ele ainda usa fraldas. E mama na mamadeira também!

É o meu bebê... ;)

06 novembro 2013

Quando a gente para de julgar os outros, hein?

Hoje, enquanto eu continuava minha leitura sobre a vida maternal na França, me dei conta que fui muito rude no último post. O problema não foi eu ter concluído que a autora é insegura, mas ter falado isso com tamanho desdém.

Como se eu, a SUPER SEGURA, nunca tivesse feito nada parecido, ou nunca fosse capaz de fazê-lo. Imagine só! Quanta pretensão da minha parte. Por isso, venho por meio deste blog me redimir do que falei. Eu sei que possivelmente a autora nunca terá acesso a este texto. Mas não me custa nada admitir um erro (grave) e pedir desculpas em público.

Afinal de contas, outras mães inseguras - como eu - poderiam ter lido o post e ter se sentido atacada.

Eu, que aos três meses de vida do Luquinha me vi completamente insegura quanto à amamentação. Que não tinha ideia de como fazer para que meu baby ficasse por mais de cinco minutos no peito (e depois quatro, e depois três, e depois nenhum). Eu, que quando ele teve brotoeja no primeiro mês de idade, fiquei desesperada, achando que o rostinho dele ficaria marcado para sempre. Eu, que, mesmo aplicando o método de deixar o bebê chorar para ele aprender a dormir sozinho, me sentia culpada, lá no fundo, a todo momento. Quem sou eu para falar de insegurança?

É que depois que as coisas acontecem, a gente acha que é expert, né!

E é exatamente como eu li esses dias na internet: mesmo que a gente não faça a comparação direta, quando a gente vê alguém falando de alguma situação que deu errado e com a gente deu certo, a gente se sente superior. Uma besteira, mas acontece nas melhores famílias.

Eu tento fazer um trabalho constante e eficaz de não julgar e condenar as pessoas. Mas vira e mexe me pego no erro. Não tem como fugir, mas é bom fiscalizar. ;)

Tô de ooooolho!!!

05 novembro 2013

A mãe perfeita existe, sim!

Eu não vou fazer você ler cinco parágrafos para saber qual é meu ponto de vista! ;) Vou ser direta no que eu penso: para mim, a mãe perfeita existe. É aquela que tem amor de sobra, acima de tudo; que sente culpa e tenta lidar com ela; que sente culpa e não consegur lidar com ela; ou ainda que não sente culpa at all; é aquela que se dedica ao filho 100% do tempo com amor; ou a que faz isso com pesar; é, ainda, a que trabalha fora e é feliz assim; e também a que pensa todo dia se não devia deixar o trabalho para ficar mais tempo com o filho.

Resumindo, a mãe perfeita é aquela que ama seu filho e busca encontrar harmonia entre os seus desejos como mulher e suas obrigações como mãe. Mesmo que a harmonia não se encontre, ou que ela demore um tempo para se estabelecer. Essa é a mãe perfeita: a que sabe que a perfeição seria imperfeita e, convenhamos, muito chata! 

"Porque o bom da vida é viver!"




Escrevo sobre isso porque, incentivada pela força de vontade da minha amiga Gabi, do Bossa Mãe, voltei a ler o livro sobre as crianças francesas que não fazem manha. E ela fala muito sobre isso. E, eu ainda não terminei o livro, mas uma coisa que está muito clara para mim é que a insegurança e a enorme culpa da autora é o que cria o abismo entre ela e as mães francesas. É claro que a cultura é importante nessas diferenças, mas, para mim, a principal diferença é essa! O perfil da autora.

Eu confesso que acho chato esse papo de mãe perfeita. A minha mãe não é perfeita, mas é a melhor mãe do mundo. Não basta? Rs De onde as pessoas tiraram isso? Que tem que ser perfeia? Quem conhece uma mãe perfeita? Quem conhece qualquer relacionamento perfeito? 

É tão bom viver! Com altos e baixos, com defeitos e correções! Com desafios e vitórias! 

01 novembro 2013

"Tecnologia é parte da equação" - Geração Alpha

Vocês já ouviram falar em geração Alpha (ou Alfa)? São as crianças nascidas depois de 2010. Existem tantas teorias que chegam à mesma conclusão, que essas crianças são especiais. São teorias baseadas na evolução humana, na ciência, na psicologia, na espiritualidade...

Quem pode dizer são as avós dos nossos filhos. Na visão delas, as crianças estão nascendo mais evoluídas? Porque eu não acho que mexer no iPhone é sinal disso. As crianças, desde sempre - ao meu ver -, aprendem o que está ao seu alcance. As pessoas é que sempre subestimam sua inteligência, mas desde sempre as crianças têm habilidades nas coisas que fazem e veem todos os dias. Se mexemos no iPhone 24x7, as crianças — FATO — vão saber exatamente o que fazer com este aparelho.

Isso é uma coisa.

Ooooutra coisa é dizer que essas crianças são espiritualmente evoluídas, ou mais evoluídas do que a nossa geração Y (ou X ou Z). Mas isso eu prefiro não colocar em discussão agora, somente depois que eu conversar com alguém que entenda do assunto.

E vocês? Acham que seu filho, nascido depois de 2010, é mais inteligente?

Fonte: pais&filhos


Agora nós somos um site!!

Olá, meninas!! Estamos crescendo! Deixamos de ser um blog, e passamos a ser um site. É isso? Não, não é bem isso. Temos o endereço de um site, mas continuamos com a simplicidade e a honestidade de um blog! Ai, que delícia! Eu, que já vivi — e, de vez em quando ainda vivo — momentos de paixão e abandono com o Lulu&Eu, estou numa fase on! Será que vamos bombar? Não sei! O que tiver de ser, será.

;)