11 julho 2013

Arte de Viver

Muuuito tempo antes de conhecer a Arte de Viver / organização internacional eu já havia chegado a algumas conclusões só minhas sobre a arte de viver. Peço que considerem que essas conclusões como tendo sido feitas por uma adolescente. Que, ao mesmo tempo que é uma daquelas pessoas que acha que entende o mundo INTEIRO, com toda sua petulância, é ainda como uma criança, com sua ingenuidade e abertura ao novo. Algumas das conclusões:

  • Independente de qualquer religião, o mais importante é fazer o bem, tratar as pessoas como você gostaria de ser tratado, com a mesma importância e respeito, independente da renda, cor, sexo, idade ou proximidade com você;
  • O dinheiro é ótimo, ajuda a comprar muitas coisas e é responsável por muitos momentos alegre, mas ele não é, nunca foi, nem nunca será um fator determinante para a felicidade;
  • A felicidade existe, por mais que existam pessoas que insistem em dizer que ela é utópica;
  • A felicidade não está no outro, não está nas coisa, nem nos lugares. A felicidade está em você;
  • O trabalho é benéfico até o momento em que ele começa a deixá-lo triste. Nenhum trabalho é bom o suficiente se a alma não está em paz;
  • Palavras positivas são lindas, mas atitudes positivas são o que realmente conta.


Essas são somente algumas conclusões bem simplistas as quais eu cheguei durante a adolescência e todas carrego comigo diariamente até hoje. E pretendo carregar até que me provem o contrário.

Um dos pontos que me fez chegar até estes pensamentos foi a contestação das religiões, enquanto buscava "algo maior". São muito bonitos os ensinamentos das religiões. E cada uma delas tem suas parte iluminada e sua parte negra. Quem está certo? Quem está errado? O Deus de quem existe? Qual interpretação da Bíblia é válida? Quem pode provar tudo isso?

As dúvidas que surgiam eram tantas, que eu resolvi criar a minha própria religião. Faça o bem, receba o bem e viva. Nada pode ser mais importante que isso.

Bem... Anos depois, através do meu trabalho, tive a oportunidade de conhecer a Arte de Viver. Uma organização internacional, que nada tem a ver com religião. Ela tem a ver, sim, com espiritualidade. Através de cursos onde instrutores habilitados ensinam técnicas de respiração e meditação, eles chegam às pessoas e trazem à tona seus sentimentos mais escondidos.

Para muitas pessoas funciona como uma espécie de libertação. Pessoas que estão em momentos difíceis, convivendo com a depressão, o pânico, transtorno de ansiedade, insônia, problemas na família, com um ambiente estressante no trabalho... Essas podem ser muito beneficiadas pelos ensinamentos da Fundação.

Para mim, funciona como um plus. Agradeço todos os dias por não estar passando por nada disso que falei acima. Mas o dia a dia é muito cansativo. Minha cabeça não para de pensar um só minuto. Ter um bebê em casa, cuidar da casa, das contas, fazer atividades físicas, querer encontrar os amigos, a família... É uma correria constante e até os finais de semana que servem para descansar, acabam sendo muitas vezes mais cansativos que de segunda a sexta.

Todos os dias eu "vendo" sugestões de pauta sobre meditação e respiração. Todos os dias falo sobre os tantos benefícios que elas oferecem, sobre tudo de bom que acontece na vida das pessoas que têm o hábito de praticá-las. Mas e eu?

Bem, eu, depois de um ano de ter feito o curso da Arte de Viver, resolvi arrumar a gaveta e encontrar a minha fórmula da felicidade, que eles te dão para você realizar os exercícios em casa. Ontem, pela primeira vez, fiz o meu exercício.

Cronometrei o tempo da prática e foram quase 30 minutos, já contando com o tempo de descanso no final.. E vou contar uma coisa... Só não dormi porque queria cronometrar certinho quanto tempo eu levaria, porque já estava completamente relaxada, deitada na minha caminha!

Eu ainda não sei quais serão os resultados a longo prazo. Mas posso garantir a você que ontem à noite, durante a prática e depois da prática eu pude sentir um relaxamento sem igual. Em primeiro lugar porque foram cerca de 30 minutos sem pensar em absolutamente NADA, além da respiração. Eu estava focada, concentrada naquilo, não podia perder a contagem, tinha que estar atenta. Esta atenção fez com que eu me desligasse de tudo o que acontecia à minha volta.

Nos momentos de respiração mais acelerada, é indescritível a boa sensação que ela causa. Nós respiramos de forma tão "banal", que não percebemos o tesouro que temos nas mãos. A respiração move montanhas.

Não vejo a hora de chegar em casa hoje, correr e depois da corridinha ter meu momento de paz. ;) Conforme for evoluindo, vou contando mais sobre minha experiência por aqui!

Beijos mil!

Um comentário:

  1. Eu ja vi algumas coisas sobre a arte de viver no facebook. Parece muito bacana mesmo!
    Beijos
    Chris
    http://inventandocomamamae.blogspot.com.br/

    ResponderExcluir