23 julho 2013

O lado bom da vida

Ontem eu falei aqui de todas as coisas difíceis dessa fase do Luquinha (1 ano e sete meses). Mas hoje eu quero falar só das coisas boas (que são muitas, muito mais do que as coisas ruins):

Ele está cada dia mais falante! Ainda não forma frases, como era previsto para a sua idade, mas repete tudo o que falamos, da maneira dele. Coto (biscoito), tolo (colo), ana (Nanda), ua (rua e lua, dependendo da ocasião), tsutsu (Txutxucão)... e por aí vai. É uma delícia ensinar tudo para ele e vê-lo repetindo todo feliz!

A memória dele está ficando cada vez mais visível. Outro dia, pegamos o mesmo caminho da casa da minha sogra, mas não estávamos indo para lá. Na metade do caminho, ele começa: vovó, vovó, vovó. rs Neste final de semana, estávamos eu, ele e minha mãe no supermercado. Minha mãe comprou uma daquelas bolinhas pequenas que quicam a beça. É claro que ele jogou e a bola foi longe, né. Ai minha mãe pegou a bolinha e disse: agora vamos andar na rua, então eu te dou a bola quando chegarmos em casa. Passou. Fomos andando para casa e assim que chegamos ele procura na mão da minha mãe a bolinha e fala: "bola, bola". Um fofinho!

Aí, para completar, no domingo levamos seu pai no aeroporto, mas Luquinha dormiu no meio do caminho. Quando chegamos em casa, estávamos no seu quarto brincando quando ele parou, olhou para um lado, para o outro e disse: pai (ele não tem falado papai e mamãe, mas pai e mãe.. deve ter preguiça rs). Aí eu disse que o papai estava no avião, lá no céu. Ele olhou para o céu e riu. Passaram-se dez minutinhos e passou um avião por cima do prédio. Na mesma hora Luquinha me aponta para o céu e diz: PAI, PAI! Tanto orgulhooo!!

E está assim! Aprendendo tudo numa velocidade enorme! Ô fase gostosa!!!

Cara de um... 
Dia 13 de julho, no batizado da prima Clarinha!

22 julho 2013

Por água abaixo ...

Todos os dias eu sento na frente do computador, escrevo, escrevo, escrevo achando que é isso mesmo e tudo é certo, pelo menos para mim. E aí, meses depois, semanas depois, ou anos depois, as coisas mudam, sem nem dar tempo de eu entender como e quando aconteceu.

Isso acontece desde que Luquinha nasceu, mas todos os dias eu ainda consigo me surpreender: a gente cospe para cima e onde cai o cuspe?! Sim, cara leitora, aí mesmo.

Sabendo disso, eu tento, ao máximo, não julgar as colegas virtuais e reais. Eu não sei se é bom dar chupeta ou não, qual é o mal de ter cesárea ao invés de parto normal, se faz mal o método Nana Nenê ou se não faz. E ninguém sabe, porque da mesma forma que existem estudos comprovando que A é certo, existem estudos comprovando que B também é. Não há consenso, essa é a verdade.

Mesmo sem saber, eu faço o que eu considero melhor, avaliando os prós e contras, levando em consideração características minhas, do meu marido e do nosso bebê. E vamos vivendo felizes assim.

Mas e quando contestamos as nossas escolhas? E quando a gente acha que é preciso mudar? A gente muda, oras!

De uma semana para cá, Luquinha está demonstrando sinais de mudança. Lembro de ter lido no blog da Saah há algumas semanas que o Pietro, filho dela que tem a idade do Luquinha, estava dando sinais dos terribles two. Eu deixei até um comentário por lá dizendo que aqui ainda não tinha acontecido.

Parece que algo está mudando. Não chego a pensar que é a entrada dos terribles two, mas visivelmente ele está passando por uma fase de mudanças. Quando chamamos atenção dele, ele pega um brinquedo e joga no chão; quando o colocamos de castigo, ele não fica mais sentadinho como antes, fica se levantando e nós temos que ficar que nem a Super Nanny, colocando ele de volta 100 vezes em um minuto; ele está mais chorãozinho, pois já aprendeu que seu choro incomoda e, dependendo do que ele quer, ele consegue com o choro; e, para mim o pior de todos, ele está ABRINDO O BERREIRO na hora de dormir.

Eu, que era super tranquila com o método Nana Nenê, estou achando melhor não fazer. Mamãe novatas, não me levem a mal, eu não tenho nada contra o Nana Nenê e quando precisei dele, ele me ajudou! Mas dessa vez é diferente. Ele não está dando aquele chorinho de manha... Ele está berrando, e as lágrimas pulam dos seus olhinhos.

Estou lendo sobre o assunto, tentando descobrir a melhor maneira de lidar com a fase. Mas, de início, o que estou fazendo é entrar no quarto, pegar ele no colo, sentar na cadeirinha de balanço que ainda está lá, conversando com ele e balançando. A maneira como ele me segura, é de dar dó. A sensação que eu tenho é que ele está com medo de ficar sozinho no escuro.

Então fico lá, ninando, fazendo carinho, aproveitando o momento juntinho dele, até ele relaxar. Aí coloco no berço, depois de uns 15 minutos, com ele ainda acordado, e explico que está na hora de dormir. Dou o Mickey e o Tyrone para ele abraçar, e saio do quarto.

Eu sempre me orgulhei do Luquinha dormir tão tranquilamente. E acredito que seja mesmo só uma fase, que vai passar, e ele vai voltar a dormir facilmente. Mas esse chorinho à noite está cortando meu coração.



19 julho 2013

#momrunningbrasil

10km a 1h02 - Pace 6:16 min/km
A corrida foi um sucesso! Eu, que não estava nem acreditando que ia completar os 10km, completei a um ritmo de quase 10km/h, exatamente como era antes do Luquinha nascer. Luquinha foi comigo, ele e Thaís, minha babá-prima-anja. Ela é prima do Igor, na verdade, mas como somos casados, considero minha prima também!

Como Luquinha está, mais do que nunca, naquela fase da ansiedade da separação, ele chorou à beça quando fui correr. Mas logo tinha esquecido e estava lá com ela, brincando na grama, naquele dia lindo de sol!

A produção elaborou um percurso novo, com direito a subida e descida da Perimetral! Cansativo, mas estimulante para darmos um gás! Como havia dito, corremos eu e outras duas mamães!!

Eu, mãe do Lucas; Lu, mãe de TRÊS, Milla, sem filhos por enquanto; e Bia, mãe de um!
Gente, sem brincadeira, eu sei que escrevo para mães e que nossa rotina é super puxada, mais até para as mães que ficam em casa do que para as mães que trabalham (verdade seja dita). Mas o esforço vale a pena. Vale cada gota de suor! A felicidade no final da corrida, seja assim na rua, com as amigas, ou sozinha em casa, na esteira, não tem preço!

Fora todos os benefícios, né! Mas, para mim, o melhor de todos é essa felicidade causada pelos tais dos hormônios de bem estar, serotonina e endorfina! Delícia! :)

Meu troféuzinho!!! Luquinha, eu e Bia, minha chefe e amiga querida!!

11 julho 2013

Arte de Viver

Muuuito tempo antes de conhecer a Arte de Viver / organização internacional eu já havia chegado a algumas conclusões só minhas sobre a arte de viver. Peço que considerem que essas conclusões como tendo sido feitas por uma adolescente. Que, ao mesmo tempo que é uma daquelas pessoas que acha que entende o mundo INTEIRO, com toda sua petulância, é ainda como uma criança, com sua ingenuidade e abertura ao novo. Algumas das conclusões:

  • Independente de qualquer religião, o mais importante é fazer o bem, tratar as pessoas como você gostaria de ser tratado, com a mesma importância e respeito, independente da renda, cor, sexo, idade ou proximidade com você;
  • O dinheiro é ótimo, ajuda a comprar muitas coisas e é responsável por muitos momentos alegre, mas ele não é, nunca foi, nem nunca será um fator determinante para a felicidade;
  • A felicidade existe, por mais que existam pessoas que insistem em dizer que ela é utópica;
  • A felicidade não está no outro, não está nas coisa, nem nos lugares. A felicidade está em você;
  • O trabalho é benéfico até o momento em que ele começa a deixá-lo triste. Nenhum trabalho é bom o suficiente se a alma não está em paz;
  • Palavras positivas são lindas, mas atitudes positivas são o que realmente conta.


Essas são somente algumas conclusões bem simplistas as quais eu cheguei durante a adolescência e todas carrego comigo diariamente até hoje. E pretendo carregar até que me provem o contrário.

Um dos pontos que me fez chegar até estes pensamentos foi a contestação das religiões, enquanto buscava "algo maior". São muito bonitos os ensinamentos das religiões. E cada uma delas tem suas parte iluminada e sua parte negra. Quem está certo? Quem está errado? O Deus de quem existe? Qual interpretação da Bíblia é válida? Quem pode provar tudo isso?

As dúvidas que surgiam eram tantas, que eu resolvi criar a minha própria religião. Faça o bem, receba o bem e viva. Nada pode ser mais importante que isso.

Bem... Anos depois, através do meu trabalho, tive a oportunidade de conhecer a Arte de Viver. Uma organização internacional, que nada tem a ver com religião. Ela tem a ver, sim, com espiritualidade. Através de cursos onde instrutores habilitados ensinam técnicas de respiração e meditação, eles chegam às pessoas e trazem à tona seus sentimentos mais escondidos.

Para muitas pessoas funciona como uma espécie de libertação. Pessoas que estão em momentos difíceis, convivendo com a depressão, o pânico, transtorno de ansiedade, insônia, problemas na família, com um ambiente estressante no trabalho... Essas podem ser muito beneficiadas pelos ensinamentos da Fundação.

Para mim, funciona como um plus. Agradeço todos os dias por não estar passando por nada disso que falei acima. Mas o dia a dia é muito cansativo. Minha cabeça não para de pensar um só minuto. Ter um bebê em casa, cuidar da casa, das contas, fazer atividades físicas, querer encontrar os amigos, a família... É uma correria constante e até os finais de semana que servem para descansar, acabam sendo muitas vezes mais cansativos que de segunda a sexta.

Todos os dias eu "vendo" sugestões de pauta sobre meditação e respiração. Todos os dias falo sobre os tantos benefícios que elas oferecem, sobre tudo de bom que acontece na vida das pessoas que têm o hábito de praticá-las. Mas e eu?

Bem, eu, depois de um ano de ter feito o curso da Arte de Viver, resolvi arrumar a gaveta e encontrar a minha fórmula da felicidade, que eles te dão para você realizar os exercícios em casa. Ontem, pela primeira vez, fiz o meu exercício.

Cronometrei o tempo da prática e foram quase 30 minutos, já contando com o tempo de descanso no final.. E vou contar uma coisa... Só não dormi porque queria cronometrar certinho quanto tempo eu levaria, porque já estava completamente relaxada, deitada na minha caminha!

Eu ainda não sei quais serão os resultados a longo prazo. Mas posso garantir a você que ontem à noite, durante a prática e depois da prática eu pude sentir um relaxamento sem igual. Em primeiro lugar porque foram cerca de 30 minutos sem pensar em absolutamente NADA, além da respiração. Eu estava focada, concentrada naquilo, não podia perder a contagem, tinha que estar atenta. Esta atenção fez com que eu me desligasse de tudo o que acontecia à minha volta.

Nos momentos de respiração mais acelerada, é indescritível a boa sensação que ela causa. Nós respiramos de forma tão "banal", que não percebemos o tesouro que temos nas mãos. A respiração move montanhas.

Não vejo a hora de chegar em casa hoje, correr e depois da corridinha ter meu momento de paz. ;) Conforme for evoluindo, vou contando mais sobre minha experiência por aqui!

Beijos mil!

09 julho 2013

Fanpage no Facebook #lulueeu

Pessoal, demorei, mas criei uma Fanpage no Facebook! Vocês podem clicar em "Curtir" aqui no blog mesmo, nesta barra do lado direito! Ou buscar no Facebook "Lulu & Eu". :) Estou feliz! Nova fase do blog! Força total!

Beijocas,

https://www.facebook.com/lulueeu

Pq td mundo é capaz #momrunningBrasil


Eu já falei aqui que a boa alimentação nunca foi meu forte (e, sendo mãe, é com muita vergonha que eu falo isso). Em contrapartida, sempre fui muito ligada ao esporte! Minha mãe sempre nos incentivou muito, nos colocou na natação desde cedo (que me acompanhou até a vida adulta, inclusive durante a gravidez), fizemos basquete, capoeira, futebol, vôlei de praia, peguei onda, andávamos de bike p cima e p baixo... E desde a adolescência, tenho uma paixão: a corrida.

Quando engravidei do Lucas, estava correndo tanto que não sabia se os sintomas que eu estava sentindo de cansaço, sono, eram da corrida ou não. Mas assim que eu aoube que estava grávida, mesmo sabendo que eu poderia continuar correndo, não quis. Preferi ficar só com a natação.

Na licença-maternidade, fiz hidroginástica e voltei a correr os poucos. Quando voltei a trabalhar, entrei em uma academia perto da minha casa. Quando Igor estava em casa, ele ficava com o Lucas e eu ia correr. Quando não estava, eu o deixava na creche e ia correr.

Mas colocamos Luquinha em uma escolinha meio-período e passaríamos a precisar mais da ajuda da minha sogra. Não tinha cabimento eu deixá-lo na casa dela mais cedo para poder correr! 

Fiquei num dilema: pago a academia caríssima perto do meu trabalho para usá-la por apenas 50 minutos na hora do almoço ou compro uma esteira? Com a ajuda do bom senso do marido, compramos a esteira!

Todo mundo me disse que ela viraria cabide lá em casa. É difícil ter estímulo para correr em casa. E realmente é difícil. Ainda mais que a esteira está na área de serviço e eu corro olhando para uma porta na minba frente. Mas, não. Ela não virou cabide. Tem mais de um mês que ela esta lá em casa e sendo muito bem usada! :)

No meu trabalho, minha querida amiga e chefe me convidou para correr o Circuito Vênus. Eu, ela e mais três colegas do trabalho correremos. Três de nós somos mães e corredoras, com muito orgulho! Pois você, mãe que lê este texto agora sabe o quanto é difícil ter tempo e disposição para fazer qualquer coisa além das obrigações diárias! 

Então resolvi criar a #momrunningBrasil,  para que possamos compartilhar nossas experiências! Temos muitas fontes de inspiração e vou falar aqui no blog de cada uma delas! 

Por agora, só queria dividir com vocês o sucesso da esteira lá em casa e dizer que o meu estímulo tem um nome: endorfina! O hormônio que tem sua produção acelerada através da corrida e que leva à uma sensação de bem estar indescritível! 

Vamos lá, meninas! Rumo aos 10km na Vênus! ;)


08 julho 2013

Apps que fazem sucesso aqui em casa #18meses

Bem que me alertaram ensinaram na pós em Marketing: as necessidades são criadas quase sempre. Se quando éramos crianças, a rua bastava para nos entreter nas saídas com os pais, hoje em dia, os smartphones, tablets e DVDs portáteis são super bem vindos e quebram um galhão em vários momentos!

Antes de Luquinha fazer um ano, quando ele ainda não andava e não sabia o quão legal é explorar os lugares desconhecidos, eles eram ainda mais úteis! Hoje quebram um galho, mas naqueles primeiros 12 meses fizeram realmente a diferença. Conseguíamos ir para os restaurantes mais tranquilos com o Luquinha e ele ficava tranquilão no carrinho ou bebê conforto assistindo aos videozinhos que ele gostava.

Resolvi compartilhar com vocês, então, os aplicativos que mais "fazem a diferença" aqui em casa:

Galinha Pintadinha

É ótimo, tem todos os vídeos dos DVD's, mais os extras, como o de Natal, de Dia das Mães e do banho, patrocinado, que eles lançaram na internet, mas ainda não saiu em DVD. O ruim é que os vídeos são pagos. Uma pena!



Pocoyo TV

Muito bom!! Se seu telefone tem memória livre, melhor ainda, porque você pode baixar os episódios e não depende de internet para que ele funcione. O mesmo da Galinha Pintadinha, exceto pelo simples DETALHE que é gratuito! :)


Tube Downloader

Melhor de todos porque aqui você pode ter o VÍDEO QUE VOCÊ QUISER sem pagar nada. Ele baixa os vídeos do YouTube para o seu telefone. Só é preciso ficar atento também à questão da memória, pois os vídeos são bem pesadinhos. Lá em casa, me ajudou à beça porque Luquinha começou a amar Patati Patatá, então eu baixei dois DVDs completos por esse app!




02 julho 2013

Mais sobre castigo e NVC

Outro dia falei sobre castigo. Hoje li um post no blog Mundo Ovo sobre NVC (nonviolent communication). Buscando online você encontra mais informações, mas os benefícios para a maternidade são exatamente nos momentos em que você colocaria seu filho de castigo ou aumentaria o tom de voz com ele.

Aí eu pensei... Seria tão bom encontrar outras maneiras de se "fazer entender" sem precisar entrar naquele estresse imteiro que envolve a hora do castigo!

Fui lá no site que o Mundo Ovo indicou, me cadastrei e estou aberta às sugestões deles. 

Uma das partes mais gostosas da vida para mim é conhecer coisas novas. Pode ser um conhecimento teórico, um lugar, pessoas... É muito bom abrir a cabeça e aumentar seu leque de opções! 

O castigo parece estar funcionando por aqui. Mas se houver algo que possa ser igualmente eficaz, com estresse reduzido, por que não?

01 julho 2013

Love trip

Semana passada, eu e Igor fizemos uma viagem sem Luquinha. Não é minha primeira viagem sem Luquinha, mas é a primeira com o marido sem Luquinha! ;) Fomos para Fortaleza assistir aquele jogo emocionante da Espanha contra a Itália.

Apesar da saudade e da lembrança constante dele durante os dois dias (apenas) de viagem, conseguimos aproveitar bastante o tempo juntos! Praia, piscina, barzinho, pizza, jogo de futebol! Foi ótimo!!

A cidade tem dois lados: a recepção carinhosa das pessoas é unânime! Em todos os lugares fomos muito bem tratados e recebidos! Contudo, TODOS nos avisaram sobre os perigos da cidade. 

Luquinha ficou com minha mãe e se comportou super bem! Teve uma gripe no final de semana que o meu sexto sentido acha que tem um "q" de emocional. Porque quando viajei nas férias com minha amiga ele também ficou doentinho. Acho que nunca saberemos, mas o que importa é que ele já melhorou!

Quanto a mim e ao Igor, ficamos tranquilos. Eu mais do que ele, que me perguntava toda hora "vc nao esta c saudade do Luquinha?". Rs

Viagem com Luquinha é MARA!! Mas sem o Luquinha é gostosa também. :) Cada uma com suas delícias!