14 março 2013

Vasto vocabulário

Aua - Água;
A baa - a bola;
Á - dá;
Papa - papai, comida e expressão de felicidade;
Mama - lamento, colo, "não me deixe só".






08 março 2013

Como é rápido! E ele ainda tem {quase} 15 meses!

Às vezes Luquinha parece tão meninão já. Hoje cheguei em casa, ele largou o que estava fazendo e veio correndo para a porta me receber. Sem preço! Aí peguei ele no colo e ele apontou para a cozinha. Fomos para a cozinha. Então ele apontou para fruteira na mesa e eu disse: "Ah, quer uma maçã..." Achando que ele brincaria com ela, e eu colocaria de volta no lugar. Eis que Luquinha pega a maçã e morde!

Bem, não estava lavada... Peguei, lavei - depois de ter tomado uma bronca do maridón - e dei para ele. Não é que Luquinha comeu mais da metade da maçã só mordendo com os 10 dentes que ele já tem?!

Pois é. Nessas horas, parece um meninão, super independente, descolado, esperto... E aí chega a hora de dormir. O chorinho, o mama, a fralda... E aí lembramos que ele ainda é um bebê.

Mas o tempo voa... Estou até vendo a hora que eu acordar e me perguntar: Cadê o bebê que estava aqui?

Foto tirada hoje! Após o episódio da maçã, no momento em que lembrei que Luquinha ainda é um bebê!

01 março 2013

E começou a festa! #horadeeducar


Já li alguns textos explicando porque devemos evitar o "não" no campo pedagógico, mas nenhum me convenceu. A palavra "não" é parte importante da rotina que temos com o Lucas atualmente. Ele entende que não pode mexer no ventilador, que não deve fechar as portas, que não pode colocar a mão no vaso sanitário, que não pode jogar a bola na Tangerina (nossa cachorrinha)... Ele entende o "não"e isso é ótimo!

Ele pode jogar bola dentro de casa, pode correr, bagunçar os brinquedos, tirar as caixas do dvd no lugar (mas não pode abrir as caixas e mexer nos dvds), mergulhar na piscina de roupa, se sujar de terra depois que acabou de tomar banho, comer iogurte se lambuzando inteiro... Ele é livre para descobrir! E isso é maravilhoso!

Entre todas as fases que vivemos ao longo destes 14 meses, tenho certeza que esta é a que requer mais cuidados. Nada foi tão complexo: tirar o peito, introduzir os alimentos sólidos, trocar a mamadeira pelo copinho de três furos... Mas educar, minhas amigas... É complexo, requer paciência, dureza e leveza. Sim, pode ser bem complicado e precisa de um equilíbrio!

Equilíbrio este, difícil de alcançar. Às vezes é difícil controlar o tom de voz, é chato dizer não atrás de não. Nem sempre o pai e a mãe concordam e aí, faz como? 

Não existe um manual, definitivamente. Mas existem ferramentas que podem ajudar, e que possivelmente mudam de família para família. O que tem funcionado aqui em casa é:

- Aliar o não à expressão facial e ao tom de voz firme;
- Moderar o "não", até porque, se tudo for não, como ele vai entender o significado da coisa?
- Não voltar atrás ao dar uma bronca. Falar com tom de voz firme e demonstrar que não gostou, e logo depois vir com um "vem cá me dá um abraço" não me parece ser algo muito sensato rs;
- Os pais podem até discordar, mas já não dá mais para fazer isso na frente do Luquinha... o rapaz já parece entender tudo o que acontece à sua volta!

Ao mesmo tempo que é tão cansativo e complexo, é lindo demais vê-lo entendendo os limites, testando até onde pode ir, conhecendo o mundo, explorando, bagunçando! É tão gostoso perceber que ele entender o que acontece e troca com a gente. Não tem preço.

Assim como tudo que é difícil na vida, tem uma recompensa inestimável!