29 fevereiro 2012

Dias de mamis...: Sorteio Kit de Bolsas Fazendo Arte

Gente, sorteio de bolsas lindas para bebês no blog da Laiz, no Dias de Mamis!!! Entra lá e dá uma olhada! ;)

Dias de mamis...: Sorteio Kit de Bolsas Fazendo Arte: Primeiro sorteio do ano! E comemorando o nosso primeiro ano de blog o Dias de Mamis vai fazer um sorteio super delícia!!!!Um kit de bolsas ...

28 fevereiro 2012

Vivendo a maternidade

Vocês sabem, já citei muito aqui, sou fã do Baby Center. Durante a gravidez, acompanhei semanalmente, impecavelmente, o desenvolvimento do Luquinha dentro de mim e as mudanças pelas quais passei. Era incrível como tudo sempre batia certinho!

Agora, algumas coisas ainda batem, outras ficam sem respostas. Natural. A maternidade é assim. A gente vai descobrindo um mundo novo a cada dia.

Só que sabe aquele ditado.. "só muda o endereço..."... É assim que acontece por aqui. E como saber... A Saah Damasco criou o grupo Vivendo a Maternidade no Facebook. Nem prefciso dizer que está BOMBANDO!! ;) As mães aderiram rapidamente e todo dia chega gente nova no pedaço! Mães de recém-nascidos, mães de um, de dois, de três, mães de gêmeos, mães do RJ, SP, RS, e do Brasil inteiro.

E lá percebemos, mais uma vez, que o que acontece aqui, acontece ali e acolá. Só muda o lugar! ;)


27 fevereiro 2012

Ufa...

Andei sumida e queria eu que fosse por causa do Carnaval. Uma viagem para Búzios, com muita sombra e água de cocô, aquele vento gostoso do final da tarde (mas sem areia na cara, por favor), um passeio à noite na fresquinha Rua das Pedras, um mergulho na João Fernandes... Ah, o Carnaval dos sonhos.

Mas não, não foi por isso, pelo menos não desta vez.

Luquinha tomou a vacina dos dois meses na quarta, como eu havia mencionado no post anterior.

Ok, até aí tudo bem. Febre era esperada e lá fomos nós com o Paracetamol.

Mas eis que em meio à febre, surge uma tosse inesperada. Respiração ofegante, chiado de madrugada... hummm... Me lembrou a bronquite do meu irmão quando éramos pequenos. Logo de manhã liguei para a pediatra que pediu que eu o levasse na emergência. Com respiração não se brinca e lá fomos nós.

O médico examinou o peitinho dele, checando o pulmão e disse que estava limpinho. Não é que Luquinha deitado na maca começou a rir para o médico. Com a respiração perfeita - por que as crianças fazem questão de nos desmentir, hein -, dando risada à beça, o médico no mínimo achou que eu era louca. Disse que o Lucas estava perfeito e eu não tinha com o que me preocupar.

Tudo bem... clinicamente sim, mas eu conheço meu Luquinha. Ele não estava como normalmente é. Com o maridão viajando, achei melhor partir para um porto seguro. Arrumei as coisinhas dele e fomos para a casa dos meus sogros.

O problema é que ele estava, aparentemente, respirando normal. Mas quando chorava não saía voz, sabe. O que me deixava muuuito preocupada. Parecia que ele ficava sem ar. Uma coisa. =(

No dia seguinte, depois de uma noite com respiração ofegante, levei ele na emergência de novo. Desta vez uma médica nos atendeu. Ela disse que ele realmente não tinha nada no pulmão nem na garganta (alívio), mas que estava com uma obstrução nasal. Nos encaminhou para a enfermagem, onde uma enfermeira meiga e carinhosa me disse que enfiaria um tubo pelo narizinho dele que poderia causar um pequeno sangramento.

Lágrimas brotaram e caíram dos meus olhos.

Mas logo tive que me conter para segurar o Luquinha. Berreiro, tubo enfiado, tubo retirado e nada de secreção (nem de sangue, ufa!).

Fomos à farmácia comprar os remedinhos que a médica receitou.

Ficamos na casa dos meus sogros até que o Igor chegasse, no domingo de manhã.

Igor chegou, Lucas melhorou 90%. Está ainda com uma tosse de vez em quando, mas acho que essa ele já tinha antes disso tudo.

Fomos com ele dar um passeio num shopping aberto aqui do RJ. Ele adorou e se comportou como um menininho fofo e educado. ;) Mamou em público pela primeira vez (fiquei com um pouco de vergonha e coloquei o cueiro em cima rsrsrs).

Eu e maridão tomamos sorvete e picolé, sentamos na cafeteria, tomei um Capuccino delicioso, maridão comeu uns salgadinhos, assistimos o primeiro gol do Fluminense em cima do Vasco (uiii) e fomos para casa. Antes demos uma passada na casa da tia Monique para que ela pudesse dar um beijinho no Luquinha. Aí, sim, fomos mesmo para casa.

* Luquinha dormiu sete horas seguidas essa noite. Que marravilha!!!

* Fomos à nova pediatra essa semana e adoramos!! Luquinha cresceu  (61cm) e engordou (6,215kg).

* O que ele tinha (tem) era (é) mesmo refluxo. Ela receitou o remedinho que ele tem que tomar todo dia, por, pelo menos, um mês. E nos explicou que o refluxo nem sempre chega ao vômito. Ele tem fases, o leitinho pode voltar um poquinho, um pouco ou um poucão, sempre machucando o bebê. Por isso que ele chorava ao mamar.






23 fevereiro 2012

Vacinas

Meu lindao tomou as vacinas do segundo mês ontem e ficou baleadinho! :( Chorooooou a tarde todinha, tadinho! Mas já está sendo cuidado pela mamãe! :) E nada melhor que uma sonequinha para dar um chega para lá nesse mal estar!

Você sabia que a pneumocócica só é dada no terceiro mês nos postos de aaúde?! Pois é, descobrimos ontem. Mas a pediatra disse que não tem problema, não. :)


21 fevereiro 2012

Bebê cibernético

Aprendendo a lidar com o - próprio - julgamento

Sim, a gente costuma achar que é mais limpinho que as outras pessoas. Quando a conversa é com as outras pessoas, sempre somos os mais organizados, os mais inteligentes, os mais antenados, os mais sabidos, os mais experientes e é in-crí-vel como tudo sempre dá certo na nossa vida. Chegamos a gerar inveja nas outras pessoas, de tanto que as coisas funcionam bem com a gente.

Em contrapartida, quando estamos sozinhos com o nosso pensamento, nada dá certo com a gente, o vizinho sempre tem a vida mais fácil, você não consegue entender como ele tem quatro filhos e viaja para o exterior todos os anos, como nenhum deles parece incomodar, como o bebê dele dorme tranquilo todos os dias, não tem brotoejas, não tem cólica, refluxo os pais não sabem nem o que é e eles são, definitivamente, a família mais sortuda do mundo.

Convenhamos, sei do que estou falando. Eu mesma já me peguei falando coisas que depois fiquei pensando "Será que não esqueci de mencionar a parte ruim..." ou me peguei pensando: "Nossa! Essas coisas só acontecem comigo =( ". E depois de um tempo, conversando com as amigas - porque só elas vão contar a verdade para você -, descubro que não tenho com o que me preocupar: as melhores e as piores coisas acontecem, sim, com todas nós.

E aí que é engraçado. Como disse em outro post, não sei exatamente porque, mas só de saber que outras pessoas passam pelo que eu passo - seja bom ou ruim, fácil ou difícil - me sinto dentro da zona de conforto. E quem não gosta de estar dentro da zona de conforto é porque não conhece a zona de conforto. rs

Mas não é bem sobre isso que queria falar... Isso tem a ver com o assunto, que é o seguinte: julgamentos!

Desde que me entendo por gente tento controlar o meu julgamento quanto às coisas, pessoas e situações que acontecem comigo e com os outros. Não que eu não julgue, mas "me esforço ao máximo para julgar o menos possível".

E essas coisas são bem complicadas quando o assunto é "filho". Como disse o Tas na sua coluna deste mês da revista Crescer, os filhos dos outros sempre são mais mal educados do que os nossos. Pelo menos é isso o que pensamos até nos depararmos com situações embaraçosas com nossas próprias crias.

Eu ainda não sei bem o que é isso. Luquinha ainda é muito pequeno. Mas sei que muitas mães - e pais, mas principalmente mães - por aí falam para os quatro cantos do mundo o que pensam sobre educação e costumam se achar certíssimas, sem sobre de dúvidas, sobre seus conceitos e suas bases.

Pois bem. Pode ser que estejam certas ou que suas fórmulas tenham funcinado com seus pequenos.

Mas se tem uma coisa que ficou clara para mim desde que a maternidade chegou é que NÃO EXISTE UMA ÚNICA FÓRMULA. Eu, por exemplo, não acho certo o bebê dormir no quarto dos pais, mas há mais de um mês o Luquinha dorme no nosso quarto todos os dias porque não tem ar condicionado no quarto dele, não vamos colocar agora porque estamos nos mudando e vamos colocar só na casa nova, e está um calor INFERNAL no Rio de Janeiro. Quem ia imaginar...

Antes do Lucas nascer, pensava: se ele não quiser chupeta, não vou dar. Na minha cabeça, não achava necessário dar algo se ele nunca tinha experimentado. Pois, se ele nunca tinha experimentado, não poderia sentir falta dela. Aham... No primeiro dia em casa testamos a chupeta e a bonita funcionou que foi uma beleza! Acalmou o bichinho e desde então não sai mais de perto.

Mas não é só isso. Estes são só alguns dos exemplos que me fizeram ver que não dá para dizer "o certo é assim", "o errado é assim"... Vivemos todos os dias situações que nos fazem mudar nossos pensamentos. Conhecemos coisas novas, aprendemos MUITO todos os dias. Seria muita pretensão querer dizer para alguém como fazer.

E mais: sei que será assim por muuuuuito tempo. E até quando nossos bebês não forem mais bebês, ainda estaremos aprendendo, porque será a primeira vez que passaremos por aquele momento com eles. Ainda teremos que ter a humildade de ser mãe de primeira viagem. Mesmo quando for o segundo filho, porque - a mágica está aí - cada ser humano é ÚNICO!

Então, quando vejo alguma mãe julgando outra, ou dizendo o que é certo ou o que é errado, meu radarzinh detecta "perigo, não se aproxime". Não é legal estar sob o julgamento dos outros. Da mesma forma que não é legal julgar.

Veja bem, conselhos são diferentes de julgamentos. Trocar experiências é válido demais! Falar mal dos outros é beeeeemmmmmmm diferente disso.



17 fevereiro 2012

Deus

Já falei aqui em outros posts sobre isso: acredito em Deus, mas não tenho uma religião. Não tenho porque pelo pouco que conheço delas discordo de muitas coisas. Não tenho porque provavelmente não sei o suficiente sobre elas. Não tenho porque não acho necessário ter, pelo fato de eu ter fé, acreditar em Deus e possuir conceitos que me fazem ser uma pessoa útil para a sociedade (acredito que o errado é sempre quando fazemos mal a alguém... Nem sempre conseguimos evitar isso... Se conseguíssemos não seríamos este carnaval de sentimentos que é o ser humano... Mas só de procurarmos fazer o bem todos os dias e evitarmos que o mal entre em nossas vidas e na vida das pessoas que estão ao nosso redor, acredito que seja o primeiro passo para uma vida digna).

Só que eu sempre pensei numa coisa: quando tivesse filhos, ia querer me esforçar mais para buscar uma religião com a qual eu me identificasse. Bem, agora eu tenho um filho. E gostaria mesmo de cumprir esta tarefa que propus a mim mesma.

Ainda não sei quando ou como vou fazer isso (a gente organiza nosso tempo de acordo com nossas prioridades e como eu acredito em Deus não me sinto órfã por não ter uma religião, portanto acaba não sendo uma das minhas prioridades). Mas a internet é muito valiosa nesses momentos, pois posso pesquisar sobre as religiões, sobre doutrinas e crenças diferentes, sobre ensinamentos etc.

Gostaria de uma religião que permitisse às pessoas o livre pensamento. Que não se calçasse em histórias que possam ou não ter existido, mas em sentimentos e ações que deixem a vida mais bonita. Que fosse honesta. Que defendesse o amor ao próximo porque simplesmente ele é o que há de mais sensato para uma vida harmoniosa e não porque alguém algum dia disse que tinha que ser assim.

Enfim... vamos iniciar esta busca.

Mas, enquanto isso, me sinto bem protegida por acreditar em Deus e acreditar nas coisas boas. Acreditar que conseguimos tudo o que queremos, quando desejamos de coração. Acreditar que aqui fazemos e aqui pagamos, não por vingança, mas por regra. Rezei para que o Lucas viesse para nossas vidas, rezei para que ele crescesse saudável dentro de mim e agora que ele nasceu, rezo todos os dias para que ele seja muito feliz. E, para mim, é isso o que importa! :)

16 fevereiro 2012

Amamentando Parte ... não sei q parte.. parte "muitas".. Ou seria melhor "Novela amamentação" :)

Amamentação do Lucas é como o futebol: uma caixinha de surpresas. De repente ele mama à vontade, feliz, rindo. No outro dia, aquele chororô que às vezes parece de dor e às vezes parece de manha. Às vezes 5 minutos, às vezes 20. Não dá para dizer como será a próxima mamada, mas eu fico aqui, rezando para que seja tranquila, para que ele mame bem e tudo dê certo.

Um dos tópicos do Baby Center Brasil de hoje era sobre amamentação. Fui lá dar uma olhada e não é que era EXATAMENTE sobre o que tem acontecido com o Luquinha! Não resolve nada saber que outras pessoas estão passando pela mesma coisa que eu e, como eu, não têm ideia do porquê disso acontecer. Mas ajuda um pouco saber que outras pessoas estão passando por isso, por saber que, pelo menos para um determinado grupo de lactantes, isso é normal.



Como, aos trancos e barrancos, ele está mamando, estou conseguindo aguardar a data da próxima consulta ao pediatra para tentar entender o que acontece.

Enquanto isso, eu mesma vou fazendo um trabalho de Sherlock Holmes e tento descobrir o que acontece. Uma das minhas hipóteses é que ele tem preguiça de mamar no peito. Acredito que o uso desenfreado da chupeta tenha ajudado a chegarmos nesta situação. E o que reforça ainda mais essa hipótese é o fato dele mamar direitinho, sem interrupções e chororô quando tiro o leite do peito e coloco na mamadeira.

Então, meu experimento de hoje é tirar a chupeta. Record: 2h45. Estamos desde as 8h sem chupeta. Teve um berreiro antes de dormir, mas estipulei um limite. Se ultrapassasse aquele limite chorando, eu daria a chupeta. Mas ele parou de chorar bem antes, se acalmou, coloquei no carrinho e ele dormiu. Dormiu 40 minutos, acordou, chorou, tentei dar de mama, chorou mais ainda, coloquei para dormir. Mais um chororozinho e depois de alguns minutos dormiu de novo. Até tentou colocar a mão na boca uma vez, mas eu tirei e ele não tentou de novo.

Mantenho vocês informadas com cenas dos próximos capítulos. :)


14 fevereiro 2012

Happy Valentine's Day e outras coisas

Hoje é dia dos namorados nos Estados Unidos. Um motivo, é claro, para comemorarmos por aqui também. :) Diferente daqui, nos EUA o Valentine's pode ser comemorado entre pessoas que se gostam de uma maneira em geral. Não só entre namorados, mas entre amantes, no sentido mais puro da palavra. Pessoas que se amam. Portanto, desejo a TODOS um feliz Valentine's Day!


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Há três dias Luquinha dorme seis horas direto na noite, acorda, mama e dorme mais três horas. Sim, cedo demais para comemorar. Ele ainda está no direito de não dormir tanto assim se não quiser. :o) Mas bem que a gente comemora, pois mamãe e papai conseguem descansar mais para se dedicar bastante a ele durante o dia!

Aliás, as sonecas estão mantidas. Ele mama, fica um pouco acordado e meia hora depois começa a ficar com sono. Preparamos o terreno, ninamos um pouco e tcharam, sonequinha à vista. 

As mamadas continuavam turbulentas - ou continuam, melhor dizer assim. Mas de ontem para cá, descobri que quando coloco o silicone no bico do peito ele mama melhor. Talvez seja porque está habituado com a chupeta e estranhando o bico do peito. Talvez. Não sei dizer, só sei o que observo e observei que ele mama bem na mamadeira e mama bem quando coloco o silicone. Então... silicone nele! ;) 

Estamos em busca do America's next pediatrician. rs Marcamos consultas com médicos diferentes. Alguns indicados por amigos e pessoas próximas, outros que buscamos no site da Sociedade Brasileira de Pediatria. 

Como trabalho com a Sociedade Brasileira de Dermatologia, tenho muito contato com as pessoas da diretoria. Os outros membros da Sociedade são tão qualificados quanto, mas os da diretoria eu sei os passos, sei dos Congressos que participam, dos artigos que revisam, dos artigos que publicam. Sabendo disso e imaginando que seja parecido na SBP, entrei no site e busquei os médicos do RJ que fazem parte da diretoria. Vi quais aceitam o plano e agendei as consultas. Vamos encontrar o pediatra que se encaixa no Lucas e no qual o Lucas se encaixe. E também, é claro, no qual eu e Igor nos encaixemos. 

Não se trata de uma fórmula perfeita. Mas eu quero encontrar alguém que eu possa confiar. Alguém que seja atualizado, que tenha um perfil mais parecido com o meu, que esteja pronto para atender sempre que uma emergência surgir. Não quero muito, só quero o suficiente para mim. :)

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Hoje usei o sling pela primeira vez de forma prática. Acordamos, eu e Lucas, e saí do quarto para não acordar o papai. Fui fazer uma cartinha e um envelope para o Valentines's Day e o Luquinha ficou do meu lado, na cadeirinha. Aí resolvi preparar um café da manhã para levar na cama, só que Luquinha estava chorãozinho na cadeirinha. Peguei o sling, coloquei ele lá, virado para mim, e fui fazer as coisas na cozinha. Não é que o fofinho dormiu! =) Consegui fazer o café da manhã para nós dois, levar na bandeja para o quarto, tomar café com o Igor, o coloquei no berço e ele continuou dormindo. Um amorrrrrr!!!!


10 fevereiro 2012

Sling

Depois de ler os post da colega blogueira do Super Duper, me inspirrei e resolvi dar uma nova chance ao sling. Sim, porque eu já tinha tentado usá-lo algumas vezes, sem sucesso. Cheguei a assistir a vários vídeos na internet, mas por nada no MUNDO conseguia fazer aquilo funcionar. Como é que pode, né... Um pedaço de pano.

Mas diante das declarações da Super Duper, resolvi tirar o sling do armário. Aproveitei que o Luquinha estava acordando de sua sonequinha para tentarmos juntos (tem que ser, né, senão não vale). Nos primeiros minutos ele ficou  reclamando. Não sei se do sling ou se estava com alguma dorzinha, gases, essas coisas. Passaram os primeiros minutos "dolorosos" e tcharam: Luquinha caiu no sono de novo.

Agora mesmo estou digitando com ele amarradinho comigo.

Como estamos no INFERNO que é a cidade do Rio de Janeiro no verão, de sling, só no ar condicionado ou com o ventilador na nossa cara. Pela praticidade do momento e do local da casa, ventilador na gente.

Para as mamães preocupadas com gripe, fiquem tranquilas. Luquinha tem ficado com o ventilador nele direto nas últimas semanas. Não há vento no mundo que supere o calor que faz aqui em casa. Nada de gripe até agora.

Minhas mãos livres, meu bebê dormindo feliz e pertinho da mamãe! Viva o sling! E obriada, Super Duper!

Sim, as olheiras sempre me acompanharam e deram uma piorada desde que Luquinha nasceu... =) Acordar duas vezes por noite, toda noite, há sete semanas... Acontece... :)

07 fevereiro 2012

A vida da gente

Desde que o Lucas nasceu e estou em casa com ele fui adquirindo alguns costumes - e abandonando outros. É claro que não consigo realizá-los todos os dias, posto que todos os dias são diferentes, mas tento, dentro do possível. Não consigo assistir ao Big Brother Brasil. Todos os dias eu falo: hoje vou assistir. Mas acabo dormindo na metade da novela.

Mas tem outra novela que faço questão de ver inteira (quando Luquinha deixa rs): A Vida da Gente, a novela das 6. Nunca uma novela me prendeu tanto! Acredito que os motivos sejam diversos, mas o principal é que, além de ser uma novela de vidas e atitudes reais, diferente do que vemos normalmente, os diálogos são profundos, complexos e exploram o máximo do relacionamento, de todo tipo de relacionamento.

Esses assuntos sempre me interessaram, mas me interessam agora de forma especial. O papel da mãe é discutido em todos os núcleos da trama. A mãe é mais que uma mulher com barriga por 9 meses ou aquela que passa pela "dor" do parto. A mãe é a que ama, acima de tudo. É a que educa também. A que dá atenção, que brinca, que conversa, que se preocupa. A mãe é a que falha e conserta. É a que acerta porque conhece sua cria.

Peguei a novela pela metade e logo julguei o fato de que a pequena Julia chama a tia, que a criou, de mãe. Lembro de estar aqui em casa, na primeira semana de vida do Lucas, com minha mãe e dizer isso. Minha mãe não concordou muito comigo. O tempo passou, continuei acompanhando a novela e vi que tudo isso é muito mais complexo e que as crianças são muito mais generosas do que eu podia imaginar. Elas podem ter duas mães, por que não::

Se for para o bem da criança, para que ela se sinta segura e completa, por que não deixar que ela chame a tia, que é quem cuida dela, está todos os dias ali... de mãe::

Isso é o de menos. O mais importante foi feito: a verdade nunca foi escondida da pequena Julia.

Enfim... para quem não assiste a novela é difícil entender do que estou falando. Mas o que importa é isso: mãe tem um significado maior do que um simples DNA.

A novela das 9 também está abordando essa questão, quando fala sobre a inseminação artificial e uma mulher que doou o óvulo e quer agora os direitos de mãe. A discussão é atual... sempre.

Assim como quando chego nas últimas páginas de um livro que estou gostando de ler, fico triste só de pensar que a novela tem data para acabar.

A novela acaba, mas a vida continua. A minha, a sua, a deles, a nossa. E as histórias estão aqui para serem vividas de forma profunda, como os diálogos da novela.


05 fevereiro 2012

Saudade

Essa semana aconteceu algo triste na minha vida e na vida dos meus melhores amigos. Perdemos uma pessoa especial, sem podermos nos preparar - se é que isso existe -, sem podermos entender. Simplesmente aconteceu e o que nos resta é aceitar e pensar positivamente, para que ele esteja num lugar melhor. Tive vontade de escrever sobre isso, mas fiquei muda. Nada saía, só conseguia sentir. Nada que eu escrevo a respeito desse assunto me consola. Nada muda. Então preferi ficar... muda.

***

Ele queria muito conhecer o Lucas, mas acabou não acontecendo. Quando soube da minha gravidez, veio me parabenizar e dizer que ele e sua família estavam lá para QUALQUER COISA QUE EU PRECISASSE. Dito desta maneira. Eu sabia, ele não precisava dizer. E quando o Lucas nasceu, ele também me chamou online para dizer que queria muito conhecê-lo e que marcaria um dia para me visitar quando meu irmão viesse.

Eu prefiro acreditar que o Lucas o conhece. Porque dizem que os bebês podem ver coisas que não conseguimos ver.

Ele dizia que ia levar o Lucas para o surf. Ele vai ficar feliz quando o meu irmão fizer isso.

***

Luquinha não teve a chance de conviver com ele, mas nós podemos passar o que ele ensinaria: que a vida é linda e deve ser vivida fazendo o que queremos fazer; que felicidade é o que há e não há tempo para mediocridades; que nossas amizades são valiosas e é, sim, possível ter um milhão de amigos.

***

Ele dizia que só eu conseguia reunir toda a galera "das antigas" nos meus eventos. Que seja... E que continue sendo assim! Por ele e por todos nós.

11 de março, no meu aniversário
11 de março,  no meu aniversário
22 de outubro, no Chá de Bebê do Lucas
22 de outubro, no Chá de Bebê do Lucas

22 de outubro, no Chá de Bebê do Lucas



02 fevereiro 2012

Crianças

Ontem passei o dia na casa da minha sogra, onde estive com a Nandinha, irmã do Igor, de sete anos. É incrível como elas nos surpreendem. Mesmo com "toda essa pouca idade", Nandinha levou o seguinte diálogo comigo ontem:


- O que é aquilo?
- Aquilo? É uma bomba manual de tirar leite.
- E por que você tirou?
- Porque estava muito cheio meio peito e estava começando a doer. Aí eu uso aquilo para tirar.
- E o Luquinha vai mamar?
- Não. 
- Mas você vai jogar fora?
- Pois é... Se ele não mamasse no peito eu daria, mas ele mamou... (já me sentindo culpada por jogar fora)
- Você não pode dar para alguém?
- Posso, mas é complicado doar leite. Tem que estar armazenado corretamente e tem um tempo que o leite pode ficar fora da geladeira e do congelador, além disso tem que saber aonde doar...
- Então por que ao invés de tirar, você não dá para algum bebê que esteja precisando? Pode dar direto do seu peito, não pode?
- É... pode... 


Gente, que menina esperta! Esperta e generosa. ;) Fiquei me sentindo mesmo culpada... 


Mas não é assim que está jorrando leite do meu peito... É que vez ou outra o Luquinha mama pouco e aí acaba ficando cheio... (**culpa**)


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Luquinha está bem. Dormindo. Hoje foi mama e dorme o dia todo. rs