03 dezembro 2011

As primeiras seis semanas, segundo a "Encantadora de bebês"

Eu ainda não sei nada da parte prática de ser mãe. Mas nesses últimos meses pude ler bastante e absorver questões importantes da parte teórica. A minha primeira observação entre essas duas coisas - tão distantes às vezes -, a teoria e a prática, é que não adianta querer comparar situações com as amigas: cada um pensa e age e decide de um jeito. O que dá certo lá, não necessriamente dará certo aqui e vice-versa.

Mas, como boa pisciana que sou, tenho esperança de que as coisas sairão melhores do que as pessoas me dizem. Pensamento que mantive ainda mais forte depois de ter sido apresentada à encantadora de bebês pela Renata, lá do trabalho, e depois de ter debatido as ideias do livros com várias pessoas, entre mães e outras mulheres.

Basicamente, as opiniões se dividem entre as que acreditam que regras e rotina podem resolver a maior parte dos problemas se você não deixa os sentimentos predominarem e as que acham que é impossível e desnecessário tomar as decisões sozinha, sem levar em conta o que o bebê quer. Na minha observação e nas conclusões que tirei depois de ter acesso à teoria, prefiro ser prática e sofrer mais agora para determinar as regras do que deixar o bebê determiná-las e perder o controle disso com o passar do tempo.

Essa é a teoria... a prática, a gente só vai conhecer depois que o Luquinha nascer. ;)

Ainda assim, apesar de não ter concordado 100% com a encantadora de bebês, achei o livro extremamente interessante e me parece ser também bem eficaz, posto que ela colocou durante muito tempo em prática tudo o que defende. Então resolvi dividir aqui alguns conselhos dela para as seis primeiras semanas, momento provavelmente mais difícil para as mães de primeira viagem, como eu. 

Antes de colocar os quadros bem explicativos que estão no livro, gostaria de expor alguns pontos do texto que destaquei enquanto lia:

- Ao chegar do hospital com o bebê, sugiro que a família inicie imediatamente a rotina que irei propor (trata-se do E.A.S.Y., sigla em inglês para "alimentar, atividades, dormir e você (mãe)");
- A repetição proporciona a aprendizagem mais eficaz;
- Os pais que fazem anotações acerca do comportamento diário de seu bebê têm menos problemas em manter ou estabelecer uma rotina;
- À noite, bebês menores conseguem ficar sem mamar por 4 horas no máximo, inicialmente; portanto, em geral precisam mamar no mínimo duas vezes por noite, nas primeiras seis semanas.

Agora que essas questões já foram esclarecidas, aqui estão os quadros de destaque dessa primeira parte da primeira parte do livro (pois é... essa história é longa e ainda será tratada aqui muitas outras vezes rs).







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