12 janeiro 2018

Feliz aniversário, mamãe!


Hoje de manhã eu falei para minha mãe: obrigada por ser quem você é. Nós somos, vós sois, eles são (apontando para a Lulu e para o Luquinha) e serão por sua causa. E digo isso com o peito cheio de orgulho. Foi aniversário dela ontem e eu sempre faço uma homenagem nas redes sociais. Mas recentemente me comprometi comigo mesma que as deixaria por um tempo (as redes sociais). Tempo este que não estabeleci, mas que sinto ainda ser necessário. Estou bem sem elas, elas estão bem sem mim e seguimos desta forma.

Mas não me aguentei - assim como não me aguentei e quis vir aqui correndo postar a foto do réveillon em família - e vim aqui neste espaço que tanto amo para falar dela. Porque a gente tem, sim, nossas diferenças - quem não tem? Mas eu identifico e valorizo cada contribuição sua em minha vida e agora, com filhos, identifico o legado, as coisas que aprendi com ela e repasso para eles. Até mesmo os aprendizados que teve de mãe para avó - e que eu também terei, espero -, que vivencio e observo, que aprendemos juntas, entram nessa história.

O carinho e a atenção, a amizade, a cumplicidade, o amor, a preocupação, dedicação que minha mãe sempre teve, e ainda tem, comigo e com o Rafa, estão refletidos em momento que vivo com as crianças. E isso é maravilhoso. O que mais precisamos, se não de amor e atenção?!

E, como se não bastasse essa conexão ser tão forte, a maternidade a fortaleceu ainda mais. Porque enxerguei situações pelos olhos dela e me encontrei em virtudes e falhas de forma que nunca havia imaginado. São as palavras, aquelas conhecidas palavras "um dia você vai saber do que estou falando" se fazendo valer.

Não somos iguais. Ora, extremamente parecidas. Ora, extremamente diferentes. Não é sempre que olho para mim mesma como mãe e a vejo. E se, conscientemente, anos atrás, decidi que determinadas coisas eu faria diferente se um dia fosse mãe - e sigo desta maneira -, outras coisas que eu também decidi que faria diferente, acabei fazendo igual. E tudo bem. Tudo bem pagarmos a língua, tudo bem fazermos diferente, tudo bem gostarmos de fazer igual.

Porque essa segurança que eu tenho, que basta amar meus filhos, basta fazer as escolhas com o coração para saber que estou no caminho certo, foi ela quem me deu.

Parabéns, mamãe! Te amo demais. <3

01 janeiro 2018

Feliz ano novo!


Li dia desses que as pessoas abandonam suas resoluções de ano novo até o oitavo dia do ano porque confundem resoluções com punições. Acabam colocando na lista coisas que só lhes levam a momentos desprazerosos, como acordar diariamente 5 da manhã para ir malhar, parar de comer doce totalmente ou coisas do tipo. Já fiz inúmeras listas como essas e parei quando percebi que nunca, nunquinha conseguia cumprir. Minha mãe já é mais objetiva, coloca na lista coisas bem específicas e sempre no fim do ano tem a lista em mãos para dar um check em tudo que conseguiu conquistar.

Neste ano não fiz lista e não esperei a virada do ano para colocar em prática o que desejei para 2018. Liguei para amigas, as encontrei, nos divertimos, e aos 45 do segundo tempo me desprendi do meu maior vício - quem nunca: publicar minha vida inteira nas redes sociais (é tão viciante que eu deixei de estar lá, mas vim aqui contar rs). Eu amo as redes sociais. Adoro saber o que meus amigos estão fazendo, adoro contar as coisas que faço, as gracinhas das crianças, compartilhar as fotos maravilhosas que tiro delas... Mas quando paro e percebo quanto tempo dedico a isso, vejo que não estou vivendo a vida, mas apenas registrando para os outros que ela está acontecendo.

Não é questão de concordar ou não concordar com elas, em estar certa ou errada, nem nada disso. A realidade é que esse tipo de coisa é muito pessoal, neste momento está fazendo mal para mim e é por isso que resolvi parar. Não saí delas, não quero estar fora, não quero perder todo histórico que tenho ali, não quero não ter a chance de ir ver as fotos, saber o que está rolando, quando tiver vontade. Simplesmente as tirei do meu celular. Não sei quanto tempo vai durar, não sei se vai durar, não sei se vai ser bom ou ruim. Os familiares certamente sentirão falta de saber das crianças, mas pretendo me adaptar.

Além disso, estou lendo um livro - uma quadrilogia, na verdade - que está me fazendo pensar muito no quanto eu amava escrever, amava fazer análises complexas sobre a vida, sobre as coisas, política, comportamento... E nunca mais escrevi mais que um parágrafo. A maior parte das minhas fotos é, na verdade, acompanhada de legendas de emojis. Quanta preguiça... Escrever bem não é apenas um dom, é um exercício que quando não praticado se esvai.

E eu tenho tanta coisa que quero contar além de fotos registros do meu dia a dia... Meu pensamento borbulha o tempo todo, eu não paro de pensar um só segundo. São lembranças, projeções, constatações, e fica tudo aqui dentro da minha cabeça. Às vezes sento em frente ao computador para fazer posts para o blog sobre esses pensamentos e só consigo pensar mais. Fico parada, sem tocar no teclado e minutos depois fecho o note... Às vezes me falta força, poucas vezes me faltam palavras, mas na maior parte das vezes me falta o costume.

Não sei como será 2018. É claro, espero que seja um ano iluminado, espero que as pessoas se preocupem mais umas com as outras genuinamente e não só quando precisam de um favor. Espero que a empatia deixe de ser uma palavra da moda e se torne de uma vez por todas um sentimento, espero que a religião seja uma ferramenta para que as pessoas se tratem bem e não algo que traga morte e dor, espero que a Copa do Mundo seja um momento de união dos povos e não um poço de corrupção, espero que as eleições sejam um marco na história do país e tragam esperança para todos nós. Não sei como ele será, nem para mim, nem para você, nem para o mundo. Mas espero o bem, espero saúde, amor e paz.

E tenho minhas metas pessoais, mas neste ano resolvi não colocá-las no papel. Apenas mentalizar e acreditar, continuar tomando as decisões com o coração, pois dessa forma dificilmente falharei.

Um feliz 2018 para todos nós! Que seja um ano de LUZ!

04 dezembro 2017

e o Natal se aproxima




























Montar a árvore de Natal - meu momento preferido do ano, que fique registrado - aqui em casa é tradição. Fazemos juntos, sempre. Agora, com a ajuda também da Lulu. Ainda mais bagunça do que ajuda, mas isso não importa muito. ;) Coloco uma música Natalina e vamos embora. Luquinha adora ser o responsável por colocar a estrelha no topo e as guirlandas nas portas. Em breve ele terá que compartilhar esse posto com Lulu.

08 novembro 2017

são tantas fotos...

Diariamente a gente tira tanta foto... virou um hábito. Ótimo, né? Porque é bom ter recordação. O tempo passa muito rápido. ;) Mas quantas fotos eu tiro que não vão parar em lugar nenhum... ficam ali, depois se perdem... E eu ainda sou daquelas que imprime/ revela. Adoro um mural cheio de foto em casa, adoro um álbum para mostrar para os amigos... Mas, ainda assim... Vejam só, essas fotos... Estavam no computador há séculos, sem destino. E são tão lindas. Lulu há poucos meses atrás. Como já cresceu. <3 












07 novembro 2017

familia

Eu não paro.
Todo mundo que me conhece diz isso pra mim... Não sou eu que estou dizendo.
Na verdade, depois de tanta gente me perguntar como eu consigo... Foi quando eu comecei a perceber que eu não paro mesmo. E isso ficou mais evidente depois do nascimento das crianças. Graças a Deus. Que nunca me falte energia.
Mas de todas as coisas que fazemos juntos, a que mais amo, indubitavelmente, é quando não fazemos nada... mas juntos.
As fotos do post de hoje ilustram esse momento. Igor comprou um aparelho de massagem há um tempo. Estava com dor muscular nas costas e pediu pro Luquinha fazer massagem nele. Lulu não saía de perto. E eu estava com a câmera ao meu lado.
Fizemos "nada" grande parte da manhã. Foi a melhor manhã dos últimos tempos! <3